Reunião SMEC/Tabaporã -Dia 16 de junho de 2011
A reunião foi aberta com mostras de satisfação pelos presentes, em razão da possibilidade de unir esforços entre estado e município no tocante à formação continuada. O coordenador pedagógico da SME do município de Tabaporã lembrou que a Secretaria, na gestão atual, deu autonomia para que as escolas organizassem seus estudos formativos e pediu que cada escola socializasse os trabalhos referentes a formação continuada já desenvolvidos e seus respectivos projetos (o que já estava anteriormente conversado com o Cefapro). Em conversa anterior, com o secretário de educação e seu coordenador pedagógico, colocamos que precisávamos conhecer a realidade para podermos contribuir. A ausência do secretário foi justificada pelo seu coordenador.
A equipe do Cefapro evidenciou que a reunião é uma forma de estreitar as possibilidades de colaboração entre os profissionais da educação e que, o intuito é somente de contribuir com a melhoria do processo de ensino e aprendizagem, que só será possível através dessa troca, respeitando sempre, as necessidades e realidades do cotidiano de cada escola. Fortalecer a formação inloco é nosso grande desafio.
O Parecer Orientativo 01/2011, referente ao projeto Sala de Educador, foi apresentado aos presentes, com leitura do documento e reflexões de pontos considerados importantes. Deixamos claro que o orientativo traz normatizações, porém o município tem autonomia para desenvolver a formação continuada da maneira que considerar relevante.
Nas reflexões, ficou evidente a importância da união de esforços entre estado e município. A educação é de responsabilidade das duas esferas. Dessa maneira, o entendimento é de que SEDUC é do estado de Mato Grosso – unidade política - com recursos compartilhados, porém visando o todo.
Enfatizamos também a necessidade de unir esforços para incluir todos na formação continuada , ou seja, todos são profissionais da educação. Sabemos que não é tarefa fácil, em função das especificidades de cada escola. No entanto, tudo é parte de um processo, resultando estágios distintos, de maneira que, em algumas escolas, os profissionais já avançaram nesse entendimento e em outras, estão iniciando esse processo de amadurecimento da necessidade de coparticipação, de assumir também, junto ao coordenador pedagógico, sua parte no processo.